
Viseu Futsal 2001: Diogo, Zeca, Carlinhos, Robson e William
Jogaram ainda: Borys, Careca, Romário e Edu
Não utilizados: Gaza e Rike (c)
Treinador: Augusto Assunção
Treinadores Adjuntos: Ricardo Matos e David Sousa
Fisioterapeuta: Luís Guerra
Equipa de Arbitragem: Francisco Dias, Sérgio Magalhães, Mário Teixeira (AF Porto)
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0 - 1 Careca 12'
Cartões
Gafanha: Dário e Hugo Alves
Resultado ao intervalo: 1 - 2
Resultado final: 3 - 3
O Viseu Futsal continua sem perder no Nacional de Futsal da 2ª Divisão, depois do empate a três golos conseguido na deslocação à Gafanha da Nazaré.
O ponto conquistado nesta deslocação aos arredores de Aveiro soube a pouco, tendo em conta o desenrolar do encontro. Efectivamente, a formação orientada por Augusto Assunção teve uma fase de algum desnorte no segundo tempo que quase lhe ia sendo fatal, permitindo que o Gafanha passasse para a frente do marcador, depois de ter chegado ao intervalo a vencer pela margem mínima.
Foi, acima de tudo, um bom jogo de futsal, jogado a bom ritmo, com alternância no marcador. Porém, no cômputo geral da partida, fica a sensação de que a formação viseense poderia ter regressado com os três pontos. O Viseu Futsal mostrou mais e melhores argumentos, tendo faltado, em alguns momentos do encontro, mais concentração, nomeadamente no último minuto do primeiro tempo, quando permitiu que a turma local reduzisse a vantagem de dois golos que os viseenses tinham conseguido nos primeiros 19 minutos. Este foi o momento crucial do encontro, pois os donos da casa regressaram para a etapa complementar mais animados.
Um bom início de partida
O primeiro período foi jogado de forma viva, com os jogadores a imprimirem uma boa velocidade à partida. A formação de Augusto Assunção mostrava bom controlo do encontro, não permitindo grandes veleidades ao adversário, que não encontrava espaços para atirar à baliza de Diogo Pedroza. Em contra-partida, nas acções ofensivas, mostrava boa posse de bola, fazendo-a girar pelos seus jogadores, criando dificuldades de marcação aos adversários.
Sem surpresa os viseenses chegaram à vantagem. Iam decorridos 12 minutos, quando Careca conseguiu furar a barreira defensiva contrária.
O golo animou o jogo, com a turma da casa a ir em busca do prejuízo, o que permitiu aos viseenses mais espaço. William, a dois minutos do intervalo, com um excelente trabalho, elevou a contagem. Todavia, no último minuto, os locais lograram reduzir, numa lance de alguma desconcentração da turma visitante.
Segundo tempo renhido
O golo nos instantes finais do primeiro tempo, permitiu outro ânimo à turma da Gafanha, que entrou no segundo tempo disposta a inverter o rumo da partida. O jogo foi, por isso, mais renhido e jogado a um ritmo mais elevado.
Hugo, aos 27 minutos, igualou o marcador, numa fase de algumas dificuldades para a formação viseense. Augusto Assunção tentou acalmar as hostes, mas a equipa teve algum descontrolo emocional, que permitiu aos locais chegarem ao terceiro golo a quatro minutos do final.
Em desvantagem, o técnico dos viseenses apostou no avanço de Pedrosa, o que lhe permitiu chegar à igualdade dois minutos depois, com William, a passe do seu guarda-redes, a igualar a partida a três golos com que se chegaria ao final
Em resumo, diríamos que, num jogo emotivo, o Viseu Futsal mostrou-se superior em alguns períodos do jogo, deixando a sensação que era possível ter regressado da Gafanha com os três pontos.
Trabalho positivo da dupla de arbitragem do Porto.
3ª Jornada















